Empresas de todo o país têm até o fim de julho para atualizar seus sistemas de emissão de notas fiscais e atender às exigências da Reforma Tributária. A partir de agosto, documentos emitidos sem os novos campos obrigatórios poderão ser rejeitados automaticamente.
A implementação da Reforma Tributária entra em uma nova fase em 2026 com a inclusão dos campos referentes ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) nos documentos fiscais eletrônicos.
A exigência vale para documentos como:
Empresas que utilizam ERPs, softwares fiscais ou plataformas de emissão precisam garantir que os sistemas estejam atualizados para atender às novas regras.
A falta de adequação pode gerar a rejeição automática das notas fiscais pelos sistemas de validação.
Na prática, isso pode resultar em:
O risco é maior para negócios que utilizam sistemas desatualizados ou processos fiscais pouco automatizados.
As mudanças também atingem micro e pequenas empresas.
A partir de setembro, prestadores de serviços enquadrados no Simples Nacional deverão emitir a NFS-e por meio do Emissor Nacional, plataforma unificada do governo federal.
A medida exige adaptação tecnológica e revisão dos processos internos.
Especialistas recomendam que as empresas utilizem as próximas semanas para:
Embora a implementação completa da Reforma Tributária ocorra gradualmente até 2033, a adequação dos documentos fiscais já é uma necessidade imediata para evitar transtornos operacionais e prejuízos financeiros.
Resumo: Empresas têm até julho para adaptar seus sistemas às novas exigências da Reforma Tributária. A partir de agosto, notas fiscais emitidas sem os campos de IBS e CBS poderão ser rejeitadas automaticamente.
Redação Tribuna do Guaçu | Com informações da Agência Gov