04/05/2022 às 13h28min - Atualizada em 04/05/2022 às 13h25min

Ética hipermoderna: Visão escatológica do BANI e a pós-moral disruptiva - Cons.

Império das efemeridades: quem tem olhos que vejam e ouvidos que ouçam

(CONS)CIÊNCIA & VIDA

(CONS)CIÊNCIA & VIDA

Alberto Carlos Paschoaletto é Professor Universitário, graduado em Ciências Jurídicas e Sociais; pós-graduação em Gestão Empresarial, Psicologia.

PASCHOALETTO[1], Alberto C.
 
      A transição da modernidade liquida para o contemporâneo BANI, trouxe mudanças acentuadas e cruciais para a condição humana, sobretudo impondo a reconsideração de conceitos dos juízos (racional, ético e estético) sem precedentes. Como já vimos em nossos textos anteriores, a principal característica dos tempos atuais é que o mundo BANI é frágil, ansioso, não linear e incompreensível e não é algo que SUBSTITUI o mundo VUCA, mas sim uma versão DISRUPTIVA deste.
     Os processos no mundo ocidental são lineares, subjetivados em relação as coisas o que desencadeia alguns vieses comportamentais, entro os quais destacamos os seguintes: Viés de Confirmação, que é a tendência de buscar apenas informações que comprovem as próprias convicções (Narcisos não enxergam além do próprio umbigo) e ignoram as que contradigam suas crenças; Viés das Lacunas de Empatia abrange a capacidade de alterar o estado emocional na interpretação dos acontecimentos do mundo, cada vez mais repleto de informações e faz com que os processos decisórios sejam sempre tomados no calor da emoção, somos uma sociedade de indivíduos “nervos à flor da pele” com escolhas e ações cada vez mais impulsivas ou compulsivas; Viés da Autoconfiança Excessiva que leva o indivíduo a confiar excessivamente em sua própria habilidade, conhecimentos e opiniões, levando-o a acreditar que está sempre certo, afinal temos acesso em fonte abundante de informações ao toque de um comando em pesquisa do google;  Viés de Enquadramento (Framing) que descreve como a tomada de decisão pode ser afetada pela maneira como a informação é apresentada e, a indústria cultural sabe muito bem manipular os aspectos positivos quanto os negativos da informação, levando a mudanças em sua atratividade de acordo com seus interesses no jogo de poder; E, por último: Viés da Ancoragem que faz com que uma informação inicial tenha sempre maior peso na tomada de decisão ou no julgamento de tudo que se segue, independentemente de sua relevância. Esse é um dos principais motivos das fusões corporativas em grandes conglomerados para manipular, através dos seus tentáculos midiáticos, culturais, sociais e todas as formas de massificação do consumo pois muito bem sabem que a mente humana é de natureza associativa. Ao manipular os gatilhos “disparadores” das informações, criam expectativas e julgamentos de “primeira impressão” de que tendem a ser muito mais poderosos, uma vez que todas as comparações posteriores serão “ancoradas” a partir dela através do Efeito manada.
 
 Da massificação dos vieses comportamentais ao atomizado das péssimas decisões
     No império das efemeridades as organizações se transformam em Corporações, algumas delas tão gigantes a ponto de competir com PIB de países inteiros, graças ao ganho na escala industrial e, quase sempre internalizam o lucro e externalizam o sucateamento do entorno local e o mais alarmante disso é que ainda não conhecemos, de fato, os impactos totais em nosso planeta e nos ecossistemas, inclusive o cultural. Os sistemas nos quais confiamos e nos quais confiamos - sejam comerciais, colaborativos ou sociais - estão sujeitos a alterações.
 
Para saber mais: https://portaltribunadoguacu.com.br/coluna/33/a-literatura-e-seu-papel-de-construtora-de-juizos-esteticos-e-intercessora-da-totalidade-do-humano
 
 Quem não sabe para onde quer ir qualquer caminho serve
     Com o BANI, agora podemos usar uma nova linguagem para descrever e entender o que está acontecendo, como uma lente que nos permite ver e construir sobre o mundo atual, fornecendo uma base para desenvolvermos e encontrarmos novas formas de trabalhar neste novo mundo , respostas e soluções, vá em frente.
    Além de novos e maiores problemas, o mundo deu às pessoas novas formas de pensar e entender seu papel diante do todo, e elas tendem a alinhar o que fazem com o mundo. (“O que é Mundo BANI e quais competências você precisa conhecer?”) Busque maior conexão entre os métodos de reflexão para não ficar refém dos influenciadores das mídias. Finalmente, entendemos o poder da ação e da realização em nossas mãos, pois se depender de acreditar em notícias será mais um cego na multidão e lembre-se que em terra de cegos, quem tem um olho é rei.
    Todos nós enfrentamos oportunidades para adquirir novas habilidades, como resiliência, empatia, atenção plena, adaptabilidade e intuição para coisas novas. Bom, já resta claro para o leitor que neste texto “pensata” discorreremos ideias de Gilles Lipovetsky, tomando como referência o livro “Crepúsculo do Dever”, onde parodia intencionalmente o “Crepúsculo dos Ídolos”, de Friedrich Nietzsche. Nesta sua obra propõe analisar, com rigor pós-moralista, o atual estágio da sociedade dita pós-moral. Para ele, este atual estágio tem causa na drástica ruptura da ética tradicional, regida pelo acentuado culto e idolatria do indivíduo atomizado (individualizado em si mesmo), tendo como paradigma o postulado e a exaltação Narcisista de admiração exageradamente da sua própria imagem e nutre uma paixão excessiva por si mesmo. Lipovetsky utiliza-se o termo segundo a mitologia grega, do indivíduo que era um belo jovem que despertou o amor da ninfa Eco.
    Mas Narciso rejeitou esse amor e por isso foi condenado a apaixonar-se pela sua própria imagem refletida na água. Narciso acabou cometendo suicídio por afogamento. Posteriormente, a mãe Terra o converteu em uma flor (narciso), e, assim os pobres narcisos desta nossa atual sociedade vivem ciclos alternados de ansiedade e depressão, estando relacionado com o autoerotismo, o narcisismo consiste em uma concentração do instinto sexual sobre o próprio corpo.
    Os indivíduos narcisistas são frequentemente fechados, egocêntricos e solitários, entregues à sua vontade pessoal, com a ética hedonística e libertária, que privilegia o individualismo em todas as instâncias valorativas possíveis. Lipovetsky, com o sangue-frio de um legista, disseca o corpo da moral estabelecida, gestora de duzentos e poucos anos do esqueleto democrático no mundo ocidental, segundo a qual o indivíduo é obrigado a manter, perenes e sacralizadas, virtudes apertadas pelos laços heterônimos ditados por exigências de padrões costumeiros engessados, para os quais o conceito de dever é relativo e nunca, absolutamente, uma conduta de escolha própria ou uma conquista surgida na necessidade de prover um projeto axiológico estritamente pessoal e individualizada.
 
OBS.: Para saber mais: https://portaltribunadoguacu.com.br/coluna/36/a-busca-de-si-mesmo-no-caminho-estetico-da-prosperidade-existem-sistema-de-sinais
 
Ruptura sem retorno: Disruptividade, paradoxo ou distopia?
     A sociedade pós-moralista não é, para Lipovetsky, como pode parecer, uma ruptura sem onerosidade nem complicações. O bem-estar consumista e hedonista possibilitado pelo capitalismo liberal, do estado mínimo não deve estar separado das obrigações de responsabilidade coletiva, apenas deixa o indivíduo livre para fazer o bem, numa ótica individualista sem remorso e sem compromissos com qualquer ordem preestabelecida, tendente a anular a liberdade de fruir do prazer e das satisfações pessoais em relação ao coletivo.
    A época pós-moral é uma ruptura sem retorno, mas a ruptura é com o tradicionalismo dos interditos morais preestabelecidos pelos oráculos que ditam o que se deve fazer para merecer o acolhimento e a estima dos seus semelhantes, também narcisos e individualistas. Com efeito, o que há não é uma negação radical do bem em si, como costuma se entender, mas a liberdade de tratar esse mesmo bem a nosso modo, sem que o nosso direito de gozar a existência seja controlado por vontade que não a nossa. A responsabilidade moral com o ecossistema, o Estado e o indivíduo, continua com sua importância, até mesmo por imperativos de sobrevivência em grupo. É claro que as regras são mais deontológicas e mais lógicas do que éticas, porque visam, sobremodo, ao dever de coexistir do que ao de parecer bom.
     O paradoxo, ou a aparente negação da sociedade pós-moralista em si mesma, é o espectro virtual de graves chamamentos à eticidade no estado consumista, materialista e amoral em que vivemos, onde a relação homem-homem é superada pela relação homem-coisa.
    As massivas campanhas em favor da bioética, do ecossistema e da saúde pública, não significam a negação do egotismo ou a exaltação humanística da fraternidade, mas a necessidade de manter boas regras de convivência com os demais seres da arca - mãe “Terra”, em que todos se aglomeram.
    Tem que ser levado em conta que, em qualquer relação entre pessoas, deve existir um mínimo ético. Este minimalismo tem, em geral, duas vertentes: uma localizável no indivíduo e outra na sociedade ou no mundo onde ele estiver inserido. Na primeira acepção, esse minimalismo é a menor existência possível de imposição heterônoma – da sociedade para o indivíduo.
    Na segunda, é o reconhecimento de imposições estritamente necessárias à coexistência dos indivíduos, de maneira que nenhuma delas penetre o âmago da liberdade, do querer e do fazer do indivíduo, quando isso condisser com o seu gosto pessoal, sem prejuízo de outrem. Nosso autor de “Crepúsculo do Dever” explicita, ainda, o chamado imperativo narcísico, em contraposição ao imperativo categórico kantiano, o bem teleológico visado pelo indivíduo, que se declara com os ideais do pós-moralismo. Para ele, a ética da felicidade própria para satisfazer seus gozos pessoais não expira no consumismo ou na exacerbação da libido sem culpa. O corpo também deve ser cultuado com tudo aquilo que possa satisfazê-lo no conforto, na higiene, no culturalismo físico das academias, nos cuidados estéticos e dietéticos, e nas preconizações da longevidade.
 
Para saber mais: https://portaltribunadoguacu.com.br/coluna/33/a-literatura-e-seu-papel-de-construtora-de-juizos-esteticos-e-intercessora-da-totalidade-do-humano
 
O culto de si mesmo na prevalência do inefável
    O narcisismo supera as instâncias valorativas do imperativo categórico e aí estaria simbolizada a contestação adversativa da moral tradicional e da ética a ela pertinente. Mas há uma alça falsa no caixão bem construído por Gilles Lipovetsky em sua obra: A inefabilidade das leis naturais das quais somos presas contingentes. É que a sociedade não existe em espaço de vontades difusas ou aleatórias, nem sobrevive em anomia absoluta. (“Revista Justiça & Cidadania by Editora JC - Issuu”)
    Em grupo, o individualismo tem um limite; nele, quem não se harmoniza com o corpo é anticorpo, é partícula estranha, fatalmente sujeita à fagocitose (processo de ingestão e destruição de partículas sólidas) social de que é agente natural o Direito, agora numa abordagem de realidades aumentadas e disformes feito líquido.
    Ao cabo dessas considerações, somos levados a pensar que a palavra “pós-moderno” é um desses neologismos nascidos in vitro nos laboratórios semânticos dos nossos dias, ou que o processo de “desconstrução” seja coisa unicamente associada ao desejo de poder, do anticristo de Friedrich Nietzsche.
   A partir dos meados do século XIX, já se chamava de “pós-moralista” o pensador crítico revisionista da filosofia do humanismo moderno, isto sem nenhuma concessão aos respeitáveis devotos do iluminismo. Talvez até com mais rigor, a filosofia das luzes da Era Moderna (séculos XVIII e XIX) – que erigira o antropocentrismo (no centro de tudo todos os interesses do homem) e estabelecera a escala axiológica humanística, que ainda nos orienta – concomitante ao império da razão, seria objeto dessa devastação, dessa nova maneira de pensar.
    O próprio Nietzsche costumava deixar bem claro que o seu “martelo”, com o qual filosofava, só sabia destruir “ídolos”, jamais construí-los. Isto posto, se os “desconstrutores” que “mataram” Deus, “desmentiram” as verdades, “avacalharam” a metafísica e “implodiram” os “ídolos” somatizados nos ideais superiores, como os direitos do homem, a ciência, a razão, a democracia, o socialismo, a igualdade de oportunidades, lembrados por Luc Ferry, em seu “Aprender a Viver – Filosofia para os Novos Tempos”, quais são, pois, os entes substitutos capazes de controlar essa massa humana descomunal, de vários bilhões de pessoas distribuídas pela superfície da Terra, muitos vivendo em miséria absoluta, outros em guerra fratricida, embora lutando por causas respaldadas por teologias radicais, sem esperança nenhuma de trégua, clemência ou um simples ponto final? Qualquer que seja o motivo do devaneio desses pensadores, dessa pirotecnia de construção, o melhor objetivo a ser alcançado, ainda é, indiscutivelmente, a paz. (“A Ética pós-moral: Uma visão escatalógica da norma tradicional”)
 
Para saber mais: https://portaltribunadoguacu.com.br/coluna/39/a-vida-como-obra-de-arte-e-o-espiritualismo-como-batuta-de-regencia-do-amor
  
Hipermodernidade: Coisas e Homens em dança das cadeiras...
 Gilles Lipovetsky, antes de tudo, é um bom professor. Porque não adianta você ser filósofo e ninguém te entender. E, para explicar seu conceito de hipermodernidade ele fala e escreve, fala de novo, exemplifica ao longo de seus livros, para tudo ficar o mais claro possível. E afinal, o que é a hipermodernidade? Segundo ele mesmo, ela pode ser definida em 6 aspectos que caracterizam uma sociedade transformada, mais precisamente, a partir da 2ª Guerra Mundial.
    Para começar, o mundo hipermoderno mudou sua forma de consumo. O que antes era um consumo de massa coletivo virou um consumo de massa hiper individual. Se antes uma família comprava uma TV para assistir à novela, todos juntos na sala, hoje cada um tem a sua e assiste o que quer, em quartos separados. (“Com a palavra, Gilles Lipovetsky - Lilian Pacce”) São mais TVs para corresponder às necessidades de consumo de uma massa separatista. "E esse quadro não se refere apenas às classes mais favorecidas, porque, de acordo com ele, não existe mais esse tipo de diferenciação." (“Com a palavra, Gilles Lipovetsky - Lilian Pacce”)
    Hoje pobres e ricos querem usar as mesmas coisas, do fast fashion ao alto luxo. E, assim sendo, as marcas ganham um lugar de destaque e guiam o novo consumidor – o hiper consumidor – que perdeu suas referências culturais e se vê representado por etiquetas. São elas que dizem quem ele é e que, mais importante, dão a sensação que ele busca. Mas não se compra mais por necessidade de cada produto. Gastamos em viagens, em tratamentos, em cultura. (“Com a palavra, Gilles Lipovetsky - Lilian Pacce”)
    Queremos novas sensações, colecionar experiências e compensamos nossas angústias no shopping Buriti ou Galeria Boulevard, ou mais hi tec nos sites de compras, porque a tecnologia é outro fator importante na teoria de Lipovetsky. É um outro termômetro para o mercado, que ainda se acostuma com o fato de que o consumidor não precisa mais sair de casa e quer ter mais voz ativa. (“Com a palavra, Gilles Lipovetsky - Lilian Pacce”) Twitter, Facebook e os blogs dão espaço para qualquer um reclamar, elogiar e até fazer publicidade gratuita.
    Ou seja, o hiper indivíduo, que também é um hiper consumidor, é mais imprevisível do que parece. Mas não é o fim do mundo para as marcas. Para se dar bem nessa história toda, elas precisam se adequar e, nas palavras dele, partilhar o poder com seus consumidores, seja nas opções dispostas ou na forma de apresentá-las. Bom para elas – e no meio de todo esse consumo desenfreado, que não tende a diminuir, como fica o meio ambiente? (“Com a palavra, Gilles Lipovetsky - Lilian Pacce”)
  
E para concluirmos, finalmente o Fim!
    A era pós-moralista é vista como um desmantelamento da responsabilidade moral coletiva e uma reavaliação social do âmbito estritamente interindividual. Ele também analisou as questões dos cidadãos da terra, da consciência verde, e apontou que a era pós-moralismo corresponde ao surgimento de novas regras morais centradas na natureza, chamadas de ética ambiental. Lipovetsky disse que esta época registrou o triunfo dos valores ecológicos, um momento de acordo com a natureza e uma era de cidadania global. Ele alerta que apesar da "consciência verde" das massas, ela sempre exige uma vida melhor e mais longa no sentido de um direito individualista. Segundo os autores, as pessoas não estão mais interessadas em perseguir ideais morais e/ou cultivar valores morais. A classe política abandonou a utopia e os idealistas de ontem tornaram-se pragmáticos. (“Texto Do Artigo | PDF | Moralidade | Liberdade”)
    O melhor alentador da harmonia ainda é a Justiça, voltada aos direitos e garantias fundamentais do homem, para que este não regrida à Idade da Pedra. Destruir essas conquistas do homem, sem substituí-las por algo semelhante ou melhor, seria voltar tudo ao caos, e nesse precipício escatológico e apocalíptico, nem os “desconstrutivistas” nem os “pós-moralistas” teriam condições de sobreviver... (“Revista Justiça & Cidadania by Editora JC - Issuu”)! Com isso fecha-se nosso texto conforme consta no título: Cons. (De Consolatione Philosophiae), ou seja: - A Consolação da Filosofia!
 
Pensemos, todos, nisso!
REFERÊNCIAS
 
FERRY, Luc. Aprender a Viver – Filosofia para os novos tempos. Tradução: Véra Lucia dos Reis. Rio de Janeiro. Editora Objetiva, 2006.
 
LIPOVETSKY, Gilles. O Crepúsculo do Dever: a Ética Indolor dos Novos Tempos Democráticos. Tradução de Fátima Gaspar e Carlos Gaspar. Porto Alegre, Dom Quixote: 1994
 
MORAES, E. C. Além da metafísica e do niilismo: a sabedoria trágica de Nietzsche. Dissertação (Mestrado em Filosofia), Universidade Federal de Goiás. 2013. Disponível em https://www.academia.edu  Acesso em 16 de abril 22.
 
RAMALHO PAES, Maria do Carmo Lincoln. Resenha técnica: A  sociedade  pós-moralista:  o  crepúsculo  do  dever  e  a  ética  indolor  dos novos tempos democráticos. Tradução de Armando Braio Ara. Barueri, SP: Manole, 2005. Revista de Estudos Universitários, Sorocaba, SP, v. 33, n. 2, p. 161-163, dez. 2007.
 
SMARTTBOT – Plataforma de automatização de investimentos. Artigo técnico: 8 vieses comportamentais e como eles afetam as decisões de investimento. Disponível em https://smarttbot.com/ Acesso em 31Abr22
 
Alberto Carlos Paschoaletto
Coluna: (CONS)CIÊNCIA & VIDA
                                                                                                  Caminho Livre pelo Pensar Filosófico.
                                                                                                        
 
 
[1] Professor Universitário, com graduação em Ciências Jurídicas e Sociais; pós-graduação em Gestão Empresarial, Psicologia Organizacional e do Trabalho; Mestrando em Desenvolvimento Sustentável e Qualidade de Vida.
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